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Criador do tópico

SG7 Nati

Aprendiz

#1077522 [color=#808080]Sempre que nos encontramos em situações ameaçadoras, sejam elas reais ou apenas criadas em nossas mentes, nosso corpo imediatamente responde emitindo sinais de risco, como mãos trêmulas, perda de memória, gagueira, suor (em consequência do batimento cardíaco acelerado), entre outras [/color]
[color=#888888]mudanças na linguagem corporal natural.[/color]

[color=#888888]Esses indícios ocorrem pois, no período da pré-história, os mesmos, como parte de nosso instinto natural, eram necessários para nossa sobrevivência. [/color]

[color=#888888]Ao longo dos anos, nossos comportamentos e parâmetros sofreram diversas alterações, como a civilidade (apesar de relativa - HAHA), o que é considerado moral, nossa forma de nos relacionarmos, etc.No entanto, nossa dificuldade em nos adaptarmos tornou-se notável quando, mesmo milênios depois, o homem permaneceu reproduzindo sensações como ansiedade de aproximação, necessária apenas no período de caça.

Mas afinal, o que esse medo representa?

Receio de perda, eu diria. Mais do que isso, não ser sequer aceito pelo grupo ou por quem deseja obter atenção.

Como já dito, imagine que grande parte de nossos desejos mais profundos e das nossas angústias vêm de nossos antepassados.Nesse contexto, então, gostaria que criasse um cenário mentalmente:

I
magine que nossos ancestrais coabitavam em tribos. Afinal, a natureza do ser humano é social.Parte do grupo buscava comida, e outra parte, permanecia para garantir a segurança de suas terras.

A existência desses agrupamentos era necessária para garantir a sobrevivência dos indivíduos.

Já pensou, naquela época, o que te aconteceria ao ser rejeitado e expulso?

Sozinho, caçar se tornaria uma atividade ainda mais perigosa, e ao dormir, você se tornaria uma presa vulnerável.
Então cogitar o afastamento da tribo se tornaria suicídio.
Por isso, a aprovação social era tão necessária.
Mas hoje, com descobertas de última geração, como os apartamentos e supermercados, o medo e a necessidade de aceitação se tornaram completamente insensatos.

Mas sejamos racionais por apenas alguns minutos.

Hoje, qual o impacto real - veja bem, real - de uma rejeição?

Você perderá sua fonte de alimento? Seus membros, ao ser atacado por alguma outra espécie?

Bom, eu duvido.

Por essa razão, a racionalidade precisa ser o caminho.

Fácil, né?

Eu sei, nem tanto.

Por isso, vamos à prática.

Primeira regra:

Sua respiração é a chave pra grande parte dos seus problemas. No entanto, infelizmente são pouquíssimos aqueles que sabem, de fato, como realizá-la.

E pra me certificar que você saiba o que consiste uma respiração completa:

Parte baixa —
ao inspirar, sua barriga (abdômen) é levemente projetada para frente. Consiste no preenchimento da parte inferior do seu pulmão;

Parte média — alargamento das costelas da parte mediana do tórax, o diafragma sobe e o abdômen se contrai naturalmente. O ar então ocupa a parte mediana do pulmão.[/color]



[color=#888888]Parte alta — leve erguimento dos ombros para preencher a parte superior do pulmão.
[/color]

[color=#888888]A respiração sempre — sempre, beleza? — deve ser feita pelo nariz.[/color]

[color=#888888]Agora colocando em termos simples:

Observe como um bebê inspira. Infla sua barriga para captar o máximo de ar. Depois seu tórax e após, seus ombros sobem. Bem lentamente. Assim como a expiração também deve ser.

Faça alguns ciclos de respiração profunda e completa, prestando atenção em cada fibra de seu corpo. Isso lhe dará mais consciência e confiança.

Uma vez utilizada a parte física ao seu favor, sua mente também precisará ser trabalhada.Então depois de alguns ciclos de respiração, pratique o segundo exercício:

"Qual a pior possibilidade?"

Perder seus membros? Ser morto? Todos vão rir de você? Você será humilhado em público e um canal de notícias de alcance mundial vai filmar tudo?

Acho que não.

Nossa mente, programada para nos proteger a todo custo e nos manter confortáveis, sempre irá projetar imagens horríveis de rejeição. Mas entenda, elas não são reais.

Uma vez que compreende isso, vamos à terceira regra:

Use a regra de 3 segundos¹ para iniciar a ação.Abordar um desconhecido na rua, ministrar uma reunião, pular de paraquedas.

Quanto mais tempo você demora pra realizar o que se propôs, maiores são as armadilhas mentais criadas.Como já disse anteriormente, os cenários aterrorizantes de desaprovação não são verdadeiros.

Lembre-se: três segundos são tempo suficiente e máximo para agir. Pensou, contou até três, agiu. Não mais, nem menos.

[1]: 3 second rule (ou 'regra dos três segundos') foi um princípio revelado no livro The Mystery Method como uma das regras básicas para enfrentar o medo e a ansiedade.

Quarto passo:

Ao sentir-se ansioso ou com medo, direcione seu foco para outro pensamento, uma vez que, focando no problema, ele tende a aumentar.
Não se engane: a parte mais instintiva de sua mente sabe perfeitamente como enganá-lo. Seja consciente.

"Eu estou ansioso. Eu não deveria estar ansioso. Meu deus, como faço pra acabar com esse sentimento?"

E, de repente, você está pior do que estava anteriormente.

Saiba exatamente onde mora o seu conforto e concentre-se nele. Direcione seus pensamentos.
Para outro, lugar se necessário, (imagine que você está em uma plantação de girassóis durante um pôr do sol alaranjado. Se quiser, acrescente cachoeiras e unicórnios), desde que isso o faça agir.

Se a ansiedade ocorrer no momento de dirigir-se à alguém, conhecido ou não, não dê importância para o que irá dizer. Saiba que as pessoas pouco se importam com o que você diz, se você agir de forma confiante, for genuíno e tiver boa energia. Positividade atrai positividade.

Nesse caso, o de sempre: sorriso + boa postura + geração de valor + importância com o outro = interação bem sucedida.

Uma vez que já entende como o medo funciona e o que fazer a respeito, compreenda:

Sensações de receio são naturais quando há importância envolvida.

É natural que você tema perder aqueles que ama, preocupe-se em morrer sem ser lembrado, entre uma diversidade enorme de outros temores que a humanidade possui.
Então se você, um dia, espera não sentir nenhuma ansiedade ou receio, sinto lhe dizer:[/color]


[color=#888888]Isso não vai acontecer.[/color]

[color=#888888]Suas emoções só permanecem estáveis uma vez que o resultado daquilo que se está prestes a fazer não tem qualquer importância. E acredito que isso não é o que você deseja. É?[/color]

[color=#888888]Sentir um frio na barriga não só faz parte, como é gostoso. Confia.

[/color]
— Nati, consultora de estilo e sedução e desenvolvimento pessoal na Social Games 7


De volta à BASE, agora, com novos textos todas as sextas-feiras :)

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romishino

Veterano - nível 10

#1077526 Gerar valor kkk

O que mais esses pseudos coaches brasileiros fazem é mandar inventar historinha mesmo porque o Mystery falava isso, rotinas e rotinas de histórias falsas (maioria) e algumas poucas verdadeiras, mesmo porque o público alvo que vai atrás desse tipo de material não é passível de histórias reais, ainda mais pra gerar valor aos outros em busca de pura e idiota aprovação social, que é o que o PUA vira, porque até o Mystery entrou em depressão por N vezes por causa do vazio que o "jogo" deixava.

Vira o disco.
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eric-mendes

Veterano - nível 10

#1077540
SG7 Nati escreveu:
Uma vez utilizada a parte física ao seu favor, sua mente também precisará ser trabalhada.Então depois de alguns ciclos de respiração, pratique o segundo exercício:

"Qual a pior possibilidade?"

Perder seus membros? Ser morto? Todos vão rir de você? Você será humilhado em público e um canal de notícias de alcance mundial vai filmar tudo?

Acho que não.

Nossa mente, programada para nos proteger a todo custo e nos manter confortáveis, sempre irá projetar imagens horríveis de rejeição. Mas entenda, elas não são reais.


Ah esse segundo exercício é realmente muito bom! Ele é bastante explicado e detalhado no livro "Como Parar de Se Preocupar e Começar a Viver" de Dale Carnegie. Livro MUITO foda!!

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