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reinelt

MEMBRO PROFISSIONAL

#737228 Esse vai ser um longo post e eu cogitei até mesmo transforma-lo em um artigo porém eu teria que posta-lo na área de artigos avançados (pelas configurações do fórum só posso criar artigos naquela área) o que não seria justo com quem não pode ler a sessão artigos avançados.

É um artigo avançado? Sim.
Muitos vão sacar e entender? Não.
Vamos lá.
O artigo e o video do Jeffy fala sobre muito mais. é bem mais aprofundado do que você mencionou.
Uma pena muitos aqui não saberem inglês por que a maioria absoluta do melhor material da comunidade está em inglês,não possui tradução e tampouco legenda em português.
Um bom exemplo disso é o excelente livro do 60 Years of Challenge (Complete Game System) que já tem uns bons 2 ou 3 anos e somente agora estão traduzindo aqui no puabase.

O ponto que eu estou falando aqui e que é uma das coisas que o Jeffy quer dizer no video dele é que pickup é mais simples,direto e físico do que o velho modelo de jogo arrastado com stacks que era o padrão ensinado anteriormente.
Há que se mencionar que ser mais simples não quer dizer que seja fácil.
Pickup é dificilimo de qualquer jeito no começo ainda mais sem direcionamento e feedback.
É um processo de aprendizagem que só se desenvolve e vai para frente se ocorrer uma constante quebra da própria zona de conforto e quebra de bloqueios pessoais (quebra do medo de abordar,quebra do receio de escalar por achar que a interação está indo bem,quebra do receio de tentar extrair a mulher da balada,etc...)

Outra coisa; deve se encarar o fato de que em interações humanas não existe padrão.
O que existe são algumas situações chave (que se tornam sticking points) que vão coincidir e se repetir e só se passa por esses sticking points quebrando a cara e se ferrando. sim. perdendo a mulher. sim. estragando sem querer a interação por falta de ação ou por não saber o que fazer ou qual atitude tomar em dada situação que se apresentou e é inédita.
Esse tipo de coisa.
Aprende-se pelo erro. Depois de ter quebrado a cara X vezes e de ter tentado coisas diferentes outras N vezes,uma delas eventualmente dá certo.
E se aprende. Entretanto até lá.
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É inevitável quebrar a cara. E sim é parte do processo de aprendizagem.

Aqueles que tentam criar um stack e se basear unicamente nele ou pior ainda;copiar o stack de outra pessoa pensando que é uma receita de bolo que vai servir em todo o tipo de forma estão completamente equivocados.
Acabam montando um quebra cabeças com as peças erradas. Fica torto,falho em muitos pontos,com buracos e em um dado momento se atinge um plateau/estagnação de verdade. E ali empaca. Não fecha o quebra cabeças e ficam espaços.
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A saída para essa estagnação é mudar,fazer diferente. dar a cara a tapa em campo,passar uma borracha em cima do stack e aceitar que vai a quebrar a cara feio até aprender. Deve-se arriscar e sair da zona de conforto sempre.
Nas abordagens improvisar e aplicar aquilo que está internalizado e tambem se ferrar e errar aprendendo com o que não está internalizado.
Toda e qualquer interação em cold approach pickup (abordagem a frio) é absolutamente diferente da anterior e caótica por si só.

Você nunca vai encontrar 2 "sets" iguais na sua vida. Nunca. E esse é um dos pontos chave. Não há padrão comportamental,de respostas iguais,de reações iguais,de atitudes femininas iguais.
Tentar impor um stack em cima disso é como usar uma chave de fenda e com ela tentar martelar um parafuso.
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O que vai fazer real diferença e vai fazer obter resultados consistentes é acima de tudo a inteligência social,a calibragem e a experiência adquirida na prática abordando mulheres e lidando com as situações diversas,pessoas diversas,personalidades diversas e atitudes diversas que pipocam instantaneamente nas interações.
Quebrando a cara X vezes e aprendendo. Quebrando de novo a cara em outra inédita situação outras X vezes e aprendendo.
Em campo nas interações com mulheres não há tempo para racionalizações.
é pingue-pongue ou é bola para fora.
Aprende-se errando e é ok errar pois apenas assim se adquire calibragem,experiência e inteligência social.

É preciso acima de tudo adquirir (através do erro e de assumir riscos) a habilidade real de improvisar,lidar com as situações adversas que pipocam instantaneamente e impor o seu frame de uma maneira que ao mesmo tempo a interação avance fisicamente para a frente e a mulher sinta-se confortável,a fim e segura com isso.
O que o autor do artigo fala pode parecer verdade para quem é novato e intermediário. E um alento para quem está preso no modelo com rotinas e stack.
Porém isso não é verdade para quem já tem mais experiência e passou por tal processo anos atrás.

Vamos colocar de outra forma a titulo de exemplificação para tentar ilustrar como funciona o processo de aprendizagem,de consolidação de uma nova mentalidade e o mais importante;o de uma nova realidade construída e solidificada em campo.
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Imagine que eu seja seu amigo e fique martelando na sua cabeça o quanto é normal conseguir beijar a mulher na balada,extrai-la de lá,leva-la para casa/casa dela/motel e transar com ela na mesma noite. Que você até me veja extraindo uma vez uma garota na balada e que depois fique sabendo que transei com ela na mesma noite.
Entretanto imagine que a sua realidade e seu mapa seja bem diferente.
Nas suas interações até então você no máximo beija a mulher na balada, pega o número de telefone dela e depois tem que suar a camisa para conseguir marcar um encontro (Day 2).
Algumas delas não topam sair com você e algumas topam sair em Day 2.

Eu martelo e falo que é normal beijar na balada, extrair e transar na mesma noite porém você racionaliza e me responde:
-Tá mas comigo não é assim não. Elas beijam, consigo o número de telefone mas depois eu tenho que batalhar para descolar um Day 2 com ela. Comigo definitivamente não acontece da maneira que você está falando.

Até que em uma certa noite você sai,aborda,faz algo diferente, arrisca mais, escala mais forte, projeta mais calma,ela fica mais a fim, mais segura, você lida com as amigas dela de uma maneira mais sútil e eficaz, você então extrai e transa com a mulher na mesma noite.
E mais.
A partir dessa noite você começa a ter ocasionalmente transas de primeira noite com garotas que você aborda na balada. E que a frequência disso começa a aumentar lentamente porém de maneira gradativa.
Pode estar certo que os seus paradigmas vão mudar por que começou a acontecer com você. Tornou-se a sua realidade.
Você vai ter pontos de referência e experiencias reais e não mais o "fulano fala que é isso " ou "o fulano fala que é aquilo".

Dai aparece um amigo seu que beija mulheres na balada, consegue telefone e sua a camisa para conseguir um Day2. Ele está no mesmo nível que você anteriormente estava.
E você vai e repete para ele que é normal beijar a mulher na balada, extrai-la de lá, leva-la para a casa e transar com ela na mesma noite.
Por que essa agora é a sua realidade.
Ele assim como você duvida. Reluta. não aceita. Por que ele ainda não passou por esse processo e não faz parte da realidade dele.
Não faz parte ainda.

É exatamente isso o que acontece com os caras mais experientes que usaram stacks no começo do aprendizado e vem aqui falar que melhoraram 10 vezes depois que o largaram e começaram a improvisar.
Eles não estão cuspindo no prato que comeram. Eles não são cuzões. Não querem agredir,jogar água na empada nem sacanear ninguém que está iniciando e procurando direcionamento.
É exatamente o oposto disso.
Eles apenas passaram por isso anos atrás e tiveram que desconstruir boa parte disso tudo para depois construir de outra maneira.
Pois é exatamente isso o que acontece. É inevitável. É o processo.
Assim como no exemplo dado de beijar,extrair e comer mulher na mesma noite.

É exatamente disso que o Jeffy fala no video quando ele menciona que não é preciso pilotar uma carroça para depois pilotar um carro.
Não é um pré-requisito. Pode se começar pilotando o carro em vez de começar pela carroça.
É o que Julien, Tyler, Alexander, Brad e o pessoal da RSD demonstram nos vídeos.
E não apenas a RSD mas praticamente todas as empresas de pick-up no exterior desde 2006.

Dois excelentes exemplos disso são os workshops filmados do Juggler e do Johnny Saviour.
escola-de-seducao-juggler-w-johnny-s-t58157-70.html

e também o ainda melhor workshop filmado na íntegra do Ranko Magami (Shark):
r-m-atraia-e-seduza-w-shop-b-c-t59770.html

Os vídeos dos workshops estão ai completinhos acima para quem quiser assistir e é bem clara a evolução dos alunos em campo.
Sem stack, sem rotinas e sem muletas.
Eu particularmente fiz no começo de 2009 workshop de direct e natural game com caras bastante experientes e cascudos.
Foi o que me colocou nos eixos de vez. Antes disso eu estava estagnado e andando em círculos.
Sim natural game também se aprende. Não precisa de nenhum pré-requisito para isso.

abraços
badmotherfucker

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Criador do tópico

Sexyfat - MEMBRO EXCLUSIVO
#741555 Eu não sou o faixa,alguem me deixa editar o post fico recebendo umas mps achando que sou o faixa,mas não sou apenas publiquei o artigo copiei e colei,para ser abordado e discutiro!

ESTE ARTIGO NÂO È MEU!


:bravo
Avatar pua
francesco

Aprendiz

#743296 Brother, concordo muito com tudo! No meu começo no PUA eu estudava muito mas não colocava em prática, de uns tempos pra cá eu tenho saído muito mais e jogado mais na base do natural game mesmo... E de fato, eu me perco na interação. Acabo jogando negs avulsos, criando conforto na hora errada, perdendo noção da hora do KC... Comecei a refletir e percebi que realmente estou precisando de alguns enlatados para me situar, e como foi muito bem dito, como o enlatado fica na ponta da língua, dá para analisar linguagem corporal, dar mais atenção ao kino e poder pensar "aonde eu estou no jogo" e o que eu devo fazer no momento.
E como foi dito também, os naturais também usam rotinas, tudo aquilo que já deu certo anteriormente é repetido em outras abordagens.
reinelt

MEMBRO PROFISSIONAL

#747804 Como eu disse acima é normal errar até aprender.
Pickup é principalmente aprender pelo erro (não pela leitura).
Pelo que voce escreveu acima o que falta é calibragem e isso não vem com stacks ou jogo enlatado. Não vem mesmo.
Calibragem apenas vem com prática em campo. Abordando mulheres.

Você está em fase de aprendizado e quando se é iniciante é bastante comum racionalizar em campo.
Porém quando se racionaliza em campo seja sobre BL,kino,o que falar,onde estou no jogo (essa é a pior),etc...
Automaticamente a interação vai pro ralo.

Vou dar uma dica preciosa aqui e que espero que voce aplique.
Um dos erros mais comuns de novatos (principalmente dos que saem em grupos) é ficar conversando sobre teoria em campo.
Isso é péssimo. Evite isso a todo custo.
Jamais fique conversando com seus amigos/wings sobre "jogo", "pickup" e muito menos sobre "teoria" enquanto estiverem em campo seja na balada,bar,etc...
Ficar discutindo ou conversando teoria é totalmente contraprodutivo,coloca todos em modo "analítico e racional" e é extremamente prejudicial.
Quando estiver em campo foque em se divertir e parte dessa diversão é abordar e conversar com mulheres.
Apenas isso. :D
Avatar pua
Raphael Tanges

Veterano - nível 9

#747852 reinelt, acho que você não entendeu direito o ponto crucial do artigo do faixa. O que o cara quer dizer é que de qualquer forma, querendo ou não, TODOS NÓS CRIAMOS UM PADRÃO. Beleza, você foi lá e se jogou nos sets no improviso, no natural game, sem rotinas.

E aí, o que aconteceu? É simples: o que deu errado, você descartou. O que deu certo, foi para a sua lista de comportamentos ou estilos de papo que deram certo. Inevitavelmente você vai criando a sua "elite comportamental", o seu stack, o seu roteiro. Aprendendo com os erros, você "anota" mentalmente suas jogadas que foram bem-sucedidas nos sets. E as usa nos sets seguintes.

Se não fosse assim, você faria sua 500ª abordagem e falaria a mesma coisa que já deu errado lá na 1ª. Não é isso o que acontece, certo? Você filtra, você assimila os erros e vai aprendendo a se adaptar a situações diferentes. Você quase que ADQUIRE, assim, o teu frame e o teu estilo de jogo - que é um stack.

Óbvio que sempre vão surgir situações inusitadas, independente do uso ou não dos "enlatados". Mas aí você vai tomar como base uma situação parecida de outro set que você abordou. Assim, estará usando um stack, que não é nada mais do que um caminho facilitado para desviar dos obstáculos, que você já percorreu outras vezes antes. Isso é o que o artigo postado inicialmente quer dizer.

O artigo sequer está dizendo que devemos sempre nos prender a frases feitas e histórias iguais. Está dizendo que, para começar, é uma boa adotar certos padrões e ir testando o que funciona. Assim, pode-se trabalhar melhor a comunicação não-verbal, que no início não está internalizada. À medida que vêm situações não esperadas pelo roteiro, o jogador APRENDE por experiência. E assim, se num próximo set a mesma situação voltar a ocorrer, ele já saberá o que fazer!! Simples.

Assim, conforme o iniciante vai aprendendo com os erros e vivendo uma série de novas situações, vai evoluindo, SIM. Mas isso implica, obviamente, não ficar SÓ nas rotinas. Há que se usar rotinas justamente pra poder manter a interação e chegar às situações inesperadas, onde vale o improviso.

Não queira dizer que os aprendizes devem simplesmente chegar no set e dizer qualquer coisa, tipo "oi, tudo bem?". A interação vai acabar em 5 segundos e ele não vai aprender a improvisar nas situações mais difíceis nunca.

Em resumo, o que o faixa diz em seu texto é que, de início, há que se aprender a manter o set por um tempo e conduzi-lo, ainda que precariamente, por certo tempo - para que assim possam surgir novos obstáculos e treinar o "jogador" de forma mais eficiente.

Sinceramente, admiro seu trabalho em explicar a teoria do tal do Jeffy, mas não vi sentido nenhum nisso. Os roteiros comportamentais sempre são criados, e é exatamente por isso que se aprende errando. Do contrário, seria sempre 100% improvisado e as chances de sucesso tenderiam a zero, visto que, em suas tentativas, estariam misturados os comportamentos que dão e os que não dão certo.

Enfim, espero ter esclarecido meu ponto de vista...
reinelt

MEMBRO PROFISSIONAL

#747999
Raphael Tanges escreveu:reinelt, acho que você não entendeu direito o ponto crucial do artigo do faixa.


Eu entendi bem o artigo dele.
E sei bem do que estou falando. estou no pickup desde o final de 2006-começo de 2007. Sargeio e sou ativo em foruns de pickup desde 2007. Estou no fórum da RSD desde o final de 2008. Já passei por tudo isso.

esse é o meu profile na RSD:
http://www.rsdnation.com/badmotherfucker/profile
http://www.rsdnation.com/galleries/75178

Já fiz 3 workshops de pickup (com a US) em 2009 - Instrutores Ivanfreshprincebr,Vincent Vega e Dionísio.
Participei de 2 free tours (2009 e 2011) e de 1 hot seat seminar da RSD (2011) - Instrutor Papa nos 3 eventos.

O que o Faixa falou é baseado unicamente na experiência dele que é de menos de 2 anos. Peço desculpas a ele mas é pouca experiência. Não é para desmerece-lo de maneira nenhuma mesmo por que ele parece ser um cara muito gente fina,bem intencionado e que só quer ajudar os iniciantes com o artigo dele.

Raphael Tanges escreveu:O que o cara quer dizer é que de qualquer forma, querendo ou não, TODOS NÓS CRIAMOS UM PADRÃO. Beleza, você foi lá e se jogou nos sets no improviso, no natural game, sem rotinas.

E aí, o que aconteceu? É simples: o que deu errado, você descartou. O que deu certo, foi para a sua lista de comportamentos ou estilos de papo que deram certo. Inevitavelmente você vai criando a sua "elite comportamental", o seu stack, o seu roteiro. Aprendendo com os erros, você "anota" mentalmente suas jogadas que foram bem-sucedidas nos sets. E as usa nos sets seguintes.

Se não fosse assim, você faria sua 500ª abordagem e falaria a mesma coisa que já deu errado lá na 1ª. Não é isso o que acontece, certo? Você filtra, você assimila os erros e vai aprendendo a se adaptar a situações diferentes. Você quase que ADQUIRE, assim, o teu frame e o teu estilo de jogo - que é um stack.


É ai que está o X da questão.
Esse não é o único caminho. É sim infelizmente o mais difícil e o mais complicado.
Você assistiu os links de workshops do Ranko Magami (Shark) e do Juggler que eu postei anteriormente por aqui? Vale a pena. de verdade.

Eu também pensava como o Faixa em 2007 e 2008 até que em março de 2009 em meu primeiro workshop o Ivanfreshprincebr destruiu completamente a minha realidade em campo. O Ivanfreshprincebr fez workshop de 1 semana com o Badboy em 2004 e tinha muitos anos de experiência abordando mulheres.
Logo em seguida marquei outro workshop com ele que fiz em Maio de 2009 e relatei detalhadamente em outro fórum.

Nada como um instrutor experiente e cascudo para demonstrar na prática que a coisa é muito mais simples do que a gente imagina.
Por curiosidade manda uma MP pro Charming Prince aqui do fórum que também fez workshop (em 2010) com o Ivanfreshprincebr e pergunte o que ele achou da experiência.

Eu antes disso estava preso a essa mesma idéia de enlatados,stacks,mentalidade indireta e colhia resultados inconsistentes e pobres.
Como infelizmente acontece com a maioria absoluta que escolhe esse caminho.

Por que muitos abordam com frame de mendigo pedinte.
Abordam as mulheres querendo algo. indiretamente pedindo e clamando por atenção.
Esse é o erro principal de iniciantes.
Abordam a mulher dessa maneira:
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E dão um tiro no próprio pé logo de cara. Obviamente são ignorados e elas querem se livrar deles.

O tal padrão correto não é de conversas ou assuntos. Isso não importa em absolutamente nada.
É possivel falar sobre asneiras ou coisas sem nenhuma importância e ainda assim pegar a mulher.
Contanto que voce esteja se divertindo,seja masculino,assertivo,dominante e que acima de tudo escale fisicamente.
Tal padrão comportamental não tem nada de stack nem tampouco de enlatado.

É falar alto,com um sorriso no rosto,abordar de frente,roubar a atenção disparando um gatilho automatico que torna esquisito e socialmente estranho para as mulheres não conversarem com voce e te ignorarem.
Por que esse é o frame que voce impõe já na sua chegada.
Como se consegue isso? Prática.

Se o problema do iniciante é sobre o que falar é só pesquisar sobre threading (Vin deCarlo),vomiting words e plowing (RSD)
http://www.rsdnation.com
Esses são exercícios bem básicos de workshop e do próprio hot seat seminar.
http://www.bradbranson.com/how-to-talk-to-a-girl/
http://www.bradbranson.com/what-to-say-to-a-girl/
É praticar.

Infelizmente é fato que apenas 5 % realmente vão ficar bons de verdade em cold approach pickup seja nesse fórum ou em qualquer outro fórum.Por que é necessário passar por bloqueios individuais e desafiar a própria zona de conforto constantemente para melhorar e aprender.

Sabe por que apenas uma pequena parcela realmente fica bom de verdade em cold approach pickup?
Por que no início é sim difícil pra caralho. é dificil pra caralho para um iniciante abordar mulheres desconhecidas constantemente e aprender essa habilidade. Demanda tempo,prática,quebra de bloqueios e aprendizagem.
Infelizmente a maioria que entra no pickup não tem estofo emocional para aguentar os altos e baixos da curva de aprendizagem.

A maioria dos iniciantes ficam simplesmente arrasados por levarem um fora ou serem ignorados pelas mulheres em baladas,bares,etc... e evitam isso a todo custo quando vão a campo.
O que acontece com relação a isso?
Não arriscam o suficiente,não abordam o suficiente e por consequência não aprendem e não evoluem o suficiente.
Muitos fazem isso por terem associado fora a rejeição e á lembranças dolorosas do passado.

Voltando ao assunto.
O que o Faixa falou faz sentido quando se começa por rotinas e stacks mas perde o sentido passados alguns anos pois a visão da coisa toda muda na prática. Vê-se o que é necessário de verdade e o que foi perda de tempo.
É engraçado isso mas pickup pode até ser relacionado com um concurso público ou um vestibular muito concorrido. Existem filtros onde as pessoas passam ou não.

Os iniciantes primeiramente conhecem a comunidade pelo livro O Jogo ou alguma outra forma (amigos,internet,etc..).
Acham que descobriram a pílula mágica infalível (Mystery Method) para pegar mulheres e evitam levar foras.
Devoram material,métodos,livros,"gurus" e tudo com informações muitas vezes contraditórias quando um "guru" fala para fazer X e o outro "guru" fala para fazer Y. Devora-se material em livros e videos de maneira abundante.

Desse grupo que tem contato com o material da comunidade apenas uma pequena porcentagem vai conseguir realmente vencer os próprios bloqueios e abordar mulheres desconhecidas consistentemente e estabelecer a abordagem como um padrão para se conhecer,relacionar e transar com mulheres.

A maioria dos que lêem e assistem material de pickup vai infelizmente enrolar e se enganar apenas no social game (mulheres de seu próprio circulo social) e vão ficar na zona de conforto.
Esses jamais vão ficar bons de verdade em abordagem a frio (cold approach pickup) e tambem jamais vão viver em abundância de mulheres.
Vão sempre depender de alguém para serem apresentados a alguma mulher. Ou seja vão ser os escolhidos e não os que escolhem.
No final vão depender apenas da sorte. Como a maioria dos homens.

Dos que passam por esse filtro inicial e abordam muitos vão andar em círculos vendo que o material X,Y e Z não batem com a realidade em campo nas baladas,bares,etc...
Infelizmente muitos vão se frustrar,vão insistir em método de maneira dogmática. Mais cedo ou mais tarde desistem e não passam pelo filtro. Param por aqui.

Não enxergam que cada ser humano é único com qualidades e "defeitos" diferentes e inerentes a cada um.
O que ele faz bem em campo muitas vezes seu amigo não consegue reproduzir igualzinho em campo e vice-versa. Porém aprende-se muito sargeando com caras que abordam pois cada um tem energia,astral e habilidades diferentes e é possivel sim a sua própria maneira emular e testar coisas novas que viu os amigos fazerem com sucesso.

Os que passam por esse segundo filtro é por que enxergam que é preciso ter uma mentalidade aberta de Jeet Kune Do.
Adiciona-se o que funciona em campo e descarta-se o que não funciona.
É preciso sim sair e abordar muito. Pois apenas a prática em campo traz calibragem e inteligência social com as diferentes situações que pipocam em campo instantaneamente.
Não se defende mais métodos mas a prática e o que advém da prática. Como eu disse acima:
-É o simples "adiciona-se o que funciona e descarta-se o que não funciona".

Nesse ponto enxerga-se claramente em campo que os métodos são simples rascunhos mal feitos de mapas de outras pessoas mais experientes porém com qualidades e defeitos totalmente diferentes de você. Algumas coisas vão lhe servir e outras não vão lhe servir em nada.
C'est La Vie.

Depois de ter passado por esses ciclos e pelos filtros de aprendizagem,leitura,sair a campo,adicionar,testar,quebrar a cara,levar foras,comer mulheres,perder fodas por ter errado em algo no caminho,namorar,terminar com namoradas,sargear,pegar mulheres,levar foras,comer,etc...

O próximo passo que acontece é cada vez mais simplicar em campo. Há essa altura um bom punhado de anos já se passaram.
Chega-se cada vez mais ao núcleo do que funciona. vai se cortando e tirando os excessos,eliminando as camadas desnecessárias.
Até chegar ao núcleo.
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É quando cada vez mais se atinge o estágio de Competência Inconsciente.
Os conceitos,comportamentos e atitudes corretas já estão internalizados de tal maneira que acontecem sem racionalização. sem esforço. simplesmente acontecem.
Todos os procedimentos que aprendemos com tanto esforço juntam-se e acontecem de maneira insconsciente. Sem racionalizar. de maneira natural.

Leva-se foras?
Óbvio que sim mas os sucesso se sobrepõem a isso de maneira consistente e quando se erra sabe-se exatamente o que errou e se conserta na próxima abordagem com a próxima mulher.

Raphael Tanges escreveu:Óbvio que sempre vão surgir situações inusitadas, independente do uso ou não dos "enlatados". Mas aí você vai tomar como base uma situação parecida de outro set que você abordou. Assim, estará usando um stack, que não é nada mais do que um caminho facilitado para desviar dos obstáculos, que você já percorreu outras vezes antes. Isso é o que o artigo postado inicialmente quer dizer.

O artigo sequer está dizendo que devemos sempre nos prender a frases feitas e histórias iguais. Está dizendo que, para começar, é uma boa adotar certos padrões e ir testando o que funciona. Assim, pode-se trabalhar melhor a comunicação não-verbal, que no início não está internalizada. À medida que vêm situações não esperadas pelo roteiro, o jogador APRENDE por experiência. E assim, se num próximo set a mesma situação voltar a ocorrer, ele já saberá o que fazer!! Simples.

Assim, conforme o iniciante vai aprendendo com os erros e vivendo uma série de novas situações, vai evoluindo, SIM. Mas isso implica, obviamente, não ficar SÓ nas rotinas. Há que se usar rotinas justamente pra poder manter a interação e chegar às situações inesperadas, onde vale o improviso.

Não queira dizer que os aprendizes devem simplesmente chegar no set e dizer qualquer coisa, tipo "oi, tudo bem?". A interação vai acabar em 5 segundos e ele não vai aprender a improvisar nas situações mais difíceis nunca.

Em resumo, o que o faixa diz em seu texto é que, de início, há que se aprender a manter o set por um tempo e conduzi-lo, ainda que precariamente, por certo tempo - para que assim possam surgir novos obstáculos e treinar o "jogador" de forma mais eficiente.

Sinceramente, admiro seu trabalho em explicar a teoria do tal do Jeffy, mas não vi sentido nenhum nisso. Os roteiros comportamentais sempre são criados, e é exatamente por isso que se aprende errando. Do contrário, seria sempre 100% improvisado e as chances de sucesso tenderiam a zero, visto que, em suas tentativas, estariam misturados os comportamentos que dão e os que não dão certo.

Enfim, espero ter esclarecido meu ponto de vista...


Tá tudo bem explicado nesse mesmo post mais para cima.
Quanto ao Jeffy é só ler os artigos que eu postei sobre vomiting words,plowing e threading (esse do Vin diCarlo) que são exercícios bem básicos de workshop que você vai sacar exatamente do que ele está falando e do que eu estou dizendo aqui nesse artigo e nesse post gigantesco.
Não é abordar sem técnica nenhuma. não é nada disso.

Existem técnicas de conversação e associação de palavras ensinados em workshops de direct e natural game.
Por sinal você,eu e todo o mundo no planeta utilizamos quando conversamos com pessoas próximas.
Nos workshops se aprende a transportar isso nas interações com mulheres desconhecidas.
abraço :D
badmotherfucker
Avatar pua
Raphael Tanges

Veterano - nível 9

#748345 Valeu pela postagem, parceiro... foi realmente muito esclarecedora. Mas não quis em nenhum momento questionar a tua experiência no Pickup e em Workshops... Só o que estou tentando dizer é que a nossa visão já é bem parecida, embora estejamos discutindo como se fossem totalmente opostas.

Eu concordo plenamente que não devemos nos apegar a métodos, justamente porque o que dá certo pra um pode não dar certo pra outro. E geralmente não dá mesmo. Mas eu (e pelo jeito o Faixa também) acho que, pra sair da inércia da zona de conforto, é preciso ter algum estímulo.

Os enlatados podem ser horríveis e podem atrasar pra caralho a evolução, mas ao menos dão um pouco de segurança aos novatos, e os faz arriscar mais. O "nerdzão" com um nível agudo de fobia social não vai se mexer pra mudar se não tiver um incentivo, ou ao menos um modelo enlatado de interação para lhe dar a [falsa] sensação de segurança.

A falsa segurança põe muitos no jogo, porque muitas vezes já basta pra dar aquela motivação e aquel "Inner Game" que outrora faltava ao sujeito. Não sei qual é a tua história, mas talvez você mesmo tenha começado com MM, entrou no "jogo" e aí viu que existiam outros caminhos muito melhores (no caso direct e natural). Comigo mesmo foi assim, e acho que estou fazendo uma evolução que, embora esteja bem lenta ainda, está valendo a pena e mudando meu jeito de ver o mundo.

O fato é: a prática constrói a habilidade, mas nem todos estão prontos pra sair de casa e se jogar no mundo pra aprender sem antes ter uma breve noção do que vai acontecer.

Muitos adeptos dos jogos direto e natural picham o Mystery como se ele só tivesse criado defeitos por meio do MM, o que não é verdade. O MM expõe algumas teorias básicas de psicologia e mostra ao leitor que é simplesmente inexequível ficar bajulando a mulher e colocando-a num pedestal se o objetivo é conquistá-la sexualmente. MM abre os olhos do povo, dá uma base (bem precária, é claro, até porque não foi nem no Brasil que foi desenvolvida) e lança aos caras o desafio da evolução.

(O próprio termo "evolução" já não requer que seja uma mudança POSITIVA, mas que seja simplesmente uma mudança de estágio. Portanto se o cara mexe um pouco nas próprias habilidades sociais, já se está cumprindo um objetivo essencial...)


Enfim, gostei das tuas postagens e da tua visão diferenciada acerca dos métodos. Gostaria de saber, inclusive, o que você acha dos livros "Seduction Comunnity Sucks" e "Desafio Inner Game", que geralmente são recomendados pra quem quer entrar no estilo natutal. Você gosta da filosofia do livro? Pergunto isso porque você falou em "escolher, e não ser escolhido", e essa é justamente a ideia desses livros pelo que eu me lembro. Se for essa a essência do teu game, vou tentar investir mais nisso e ver se consigo uma evolução mais acelerada. Porque realmente, dos enlatados já desisti. Difícil vai ser saber, agora, o que fazer.

Abraço.

EDIT: vou conferir os materiais em vídeo que você recomendou. Ainda não assisti a nenhum...
reinelt

MEMBRO PROFISSIONAL

#748395 Não li nenhum dos dois livros.
Com relação a Inner game na minha opinião o Blueprint Decoded da RSD em dvd é disparado o melhor e mais completo material de inner game da comunidade. É longo mas é na minha opinião indispensável.
Fuja do livro blueprint decoded que está rolando por ai pois ele é raso,superficial e inacabado.
não passa de um rascunho que o Tyler abandonou para se concentrar especificamente nos dvds.

Gosto muito do material do 60 Years of Challenge (complete game system) que é o material que mais bateu com a minha experiência em campo.
Quanto ao Logun que escreveu o seduction comunnity sucks sinceramente eu não boto fé.
Não existe nenhum video dele em campo e nenhuma resenha ou critica favorável ao jogo específico dele em nenhum forum de pickup internacional.
Ele só é conhecido aqui no Brasil. Lá fora ele é um desconhecido.

Dê uma conferida nos artigos de vomiting words,plowing e threading (procure por esse que deve ter na internet).
Pratique com amigo antes de sair de casa pois é assim que se faz em workshops.
No começo é normal não se lembrar de fazer durante as interações com mulheres mas com a prática e o tempo voce internaliza.
abraço
Avatar pua
Zyonz - MEMBRO EXCLUSIVO
#753531 O Tyler fala muito bem disso no The Blueprint Decoded.

Você pode até ter sucesso usando rotinas, mas nunca vai alcançar o seu potencial máximo. Ao pensar que chegou no seu máximo, verá que existe um novo horizonte a ser conquistado, só que para isso terá que "desaprender" o que você conquistou, para só então começar tudo de novo (descer a montanha para subir novamente).

Quem fica muito bom em usar rotinas não consegue parar de usa-las do dia para a noite. Por isso existe essa fase de "desamprender", de "descer a montanha". E todo esse processo é muito trabalhoso. Por isso o ideal é já começar a escalar a montanha certa.

Ele faz até um desenho (que eu repliquei):
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Veterano - nível 9

#755384
reinelt escreveu:Esse instrutor que com todo o respeito não tem nem 2 anos de prática em campo em alguns anos certamente vai rever a posição dele e enxergar como estava anteriormente errado.

Bá cara com todo respeito, tu não pode falar de quem tu não conhece dessa forma...

Conheço o Faixa pessoalmente, e ele tem 2 anos de prática COMO INSTRUTOR MEHOW... De prática infield mesmo, eu conheci ele a 3 anos atrás e ele já era muito melhor do que a maioria desses instrutores mixurucas que já tiveram ai pela história (de foruns rivais por exemplo). Tinha um acervo assustador (um hd só com seminarios, livros e blaballba), e tinha um feeling excelente pra microcalibração e manutenção de frame, ate hoje não consegui zoar ele sem levar uma resposta pronta.


Alias, sou participante desse "mundo pua" desde os primordios e até HOJE uso rotinas (as quais eu realmente acredito que sejam verdadeiras) e que me fazem ter um papo super bacana com qualquer mulher. E bom, tive meus resultados sem nunca desapegar de falar coisas decoradas, não sou descalibrado, enfim (inclusive já namorei com algumas garotas e se não me engano usei uma gama de rotinas iguais com todas, e deu tudo no que deu)...

E a GRANDE SACADA que ninguém teve nesse forum é de:

"Como funciona o método mehow?"

É ALGO TOTALMENTE FISICO E DIRETO, sim DIRETO ! E eu custei pra entender...



Mas sabe o que mais me impressiona ?
Notaram que todos esse "puas naturais" tiverem uma passagem pelo jogo indireto (mystery/style), ou usavam coisas "prontas"? E apartir disso começaram a ter sua ascenção...

Tyler
Papa
Herbal
Adam Lyons
Se nao me engano até o Gambler
E o Juggler não passou pelo MM, mas ele fazia tudo de forma indireta e ele era daqueles caras de standup comedy (que é um stack de piadas) e vcs acham que isso não ajudou ?

Mas enfim, o que eu quero dizer é que esses cara tiverem uma bagagem muito grande de experiencia e teoria, de forma com que eles pegarem o que não funcionava dentro de um game pré-fabricado e moldaram p/ o "método natural" deles...

Podem ver, agora cada um desses ai tem o seu método que se denomina o melhor natural...
Natural é meu ovo ! Eles repetem os mesmos padrões de atitude, e as vezes até falam repetidas coisas pra várias mulheres e acabam pegando elas...
É um stack que se desenvolvou com a experiencia deles ao longo do tempo. ELES APRENDERAM com um stack, e foram "otimizando" de uma forma pessoal o stack e o método deles ao longo do tempo..

Por questões comerciais cada um tem seu método.
Enfim,

Acredito eu que achar que o método XYZ é melhor ou não é burrice, agora é tudo comercial, antes a comumidade tinha uma áura diferente. Mas é inegável que todos começaram com seus stack no método mystery e apartir dai foram criando seus métodos "naturais" (e eu acredito que a naturalidade vem em campo)



Falei demais, serei apedrejado


Buenas !