Depoimentos de mudança com o PUABASE.
Conte nos nessa área um pouco da sua evolução atingida com os conhecimentos adquiridos no PUABASE. Adoraremos ler a evolução de um membro da nossa irmandade.

O primeiro é fazer você refletir sobre o seu desenvolvimento e o segundo é conhecer um pouco mais a evolução dos outros membros.

Criador do tópico

decin_bh

Veterano - nível 10

#1078623 A gente aprende, aprende e aprende e morre burro...

Até minha adolescência minha vida nunca foi dependente de pegar mulher. Na verdade eu era fraco nisso. Pegava uma ou outra esporadicamente, me incomodava com isso, mas sobrevivia numa boa.
Veio a primeira rasteira do meu ego e cai na paixonite, entrei numa friendzone e pra sair dela tudo mudou. Fui atrás de técnicas de sedução e até uma certa péssima misoginia adquiri.
Um amigo q fazia faculdade comigo me chamou pra viajar com uma galera e, depois disso, minha vida se tornou quase que um American Pie em alguns momentos. Comecei a pegar mais mulheres e me envolvi ainda mais com essa galera com a qual temos um círculo de amizade, que perdurou pelos últimos 5 anos.
Só que envelhecemos e nossa sociedade nos impõem a não ser um eterno adolenscente, como o Stifler. E com esse pensamento, meu ego me mandou para o inferno pela segunda vez. Mais uma vez me apaixonei. Dessa vez eu pegava uma garota dessa galera, sem ficar na friendzone. Mas como todo apaixonado, quis mais do que ela queria oferecer. Tomei um pé na bunda e ela começou a namorar um outro cara.
Mais uma vez, r esolvi mudar radicalmente minha vida. Sai do emprego, fui fazer pós e hj estou namorando há 1 ano e meio. Um ótimo relacionamento. Depois de tudo que passei e aprendi, acreditava q estava numa fase perfeita.

Mas e os velhos amigos?

Alguns estão namorando, outros moram longe, outros simplesmente não dão mais sinal de vida.
Mas, por mais q não nos encontremos com a mesma frequencia de antigamente, ainda estamos todos um pouco "comunicáveis" em um grupo de whatsap e uma novidade pintou nos últimos meses.
Um dos "amigos", aproveitando q minha segunda paixonite ficou solteira, engatou um relacionamento com ela. Alguns babacas zoam a situação, outros evitam falar, mas o clima ficou esquisito.
Dois dos amigos mais próximos ainda mantém mais contato comigo e eu até penso em tentar retomar mais contato, mas acho q não será a mesma coisa de antigamente. Só nos vemos em algumas ocasiões. O que fez faculdade comigo organizou uma viagem fds passado e não fui convidado. Outros tbm me ignoraram para festas.
Tudo isso pra dizer que sinto um vazio emocional, onde meu ego me desafia o tempo todo e dessa vez não é com mulher.
É uma sensação de estar perdendo as amizades e até sentindo a necessidade de me afastar de boa parte deles.
Digo tudo isso pra lembrar que o correto é ter aquela máxima de mentalidade de abundância pra tudo na nossa vida, não apenas para mulher. Pra amigos tbm. Quem tem uma vida social plena não fica ancorado em ninguém, seja namorada, família ou amigos. Sei q a razão disso é o comodismo, a falta de vida social e, principalmente, as rasteiras q nosso ego nos impõem, nos tornando dependentes emocionais. Tenham sempre uma vida ativa, façam novas amizades e não terão esses problemas que tenho passado.

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Rica Villa

MEMBRO PROFISSIONAL

#1078645
decin_bh escreveu:Um dos "amigos", aproveitando q minha segunda paixonite ficou solteira, engatou um relacionamento com ela. Alguns babacas zoam a situação, outros evitam falar, mas o clima ficou esquisito.


Como você pode falar de amizade se coloca entre aspas um amigo pq ele hoje está namorando a paixão da sua vida?
Como você fala em lealdade se namora faz um ano e meio com uma mulher que não lhe fez esquecer a antiga paixão?

Deixa eu lhe dizer que amigos de verdade na vida toda são muito poucos que a gente tem. Se eu for parar pra pensar a maior parte deles, os quais posso contar, vem de uma idade bem mais madura, e outros eu conservei e a amizade virou verdadeira. Mas dê graças aos céus se conseguir ter o suficiente para contar com uma mão. Amigos de balada e festa eu tenho milhares, mas sei exatamente até onde posso contar com eles.

Criador do tópico

decin_bh

Veterano - nível 10

#1078653
Rica Villa escreveu:
decin_bh escreveu:Um dos "amigos", aproveitando q minha segunda paixonite ficou solteira, engatou um relacionamento com ela. Alguns babacas zoam a situação, outros evitam falar, mas o clima ficou esquisito.


Como você pode falar de amizade se coloca entre aspas um amigo pq ele hoje está namorando a paixão da sua vida?
Como você fala em lealdade se namora faz um ano e meio com uma mulher que não lhe fez esquecer a antiga paixão?

Deixa eu lhe dizer que amigos de verdade na vida toda são muito poucos que a gente tem. Se eu for parar pra pensar a maior parte deles, os quais posso contar, vem de uma idade bem mais madura, e outros eu conservei e a amizade virou verdadeira. Mas dê graças aos céus se conseguir ter o suficiente para contar com uma mão. Amigos de balada e festa eu tenho milhares, mas sei exatamente até onde posso contar com eles.



Eu imaginei que poderia realmente surgir esse questionamento de que não são verdadeiros amigos. De fato eu diria que poucos são (foram) amigos. Usei a palavra amigo de uma forma totalmente genérica, apenas pra representar um círculo social no qual me envolvi. Então tente interpretar a palavra amigos dessa forma.
Os que considero verdadeiros, dentro desse grupo, sempre tiveram uma proximidade maior e uma postura diferente de outros. Sempre soube diferenciá-los e são esses que eu disse que pretendo manter contato, mas tbm sem forçar nada.
Está enganado, pq a paixonite não existe mais, mas me fez criar mais casca. Se existisse falaria, pq não tenho motivos para mentir aqui. Hj eu tenho uma mentalidade muito mais madura, e o que eu sinto pela minha namorada é muito mais forte do que essas paixãozinhas que nos tira o chão e nos sufoca. Talvez eu tenha demorado pra enternder oq é um relacionamento amorável, mas hj me sinto mto mais realizado nesse sentido.
O desafio é lidar com a rejeição e o ego atrapalhando. Já foi assim com as mulheres e, com dificuldade, consegui contornar a situação. Hj me vejo passando pelo mesmo, mas, dessa vez, a rejeição vem desses amigos que estão se afastando. Vejo q o remédio para lidar com isso é o mesmo dos relacionamentos frustados: ter sempre uma vida produtiva.
Rica Villa

MEMBRO PROFISSIONAL

#1078656
decin_bh escreveu:Está enganado, pq a paixonite não existe mais, mas me fez criar mais casca. Se existisse falaria, pq não tenho motivos para mentir aqui. Hj eu tenho uma mentalidade muito mais madura, e o que eu sinto pela minha namorada é muito mais forte do que essas paixãozinhas que nos tira o chão e nos sufoca. Talvez eu tenha demorado pra enternder oq é um relacionamento amorável, mas hj me sinto mto mais realizado nesse sentido.


Eu acho que ela existe por ser sempre recorrente nos tópicos que você cria. As vezes é importante olhar melhor para o nosso subconsciente, é lá que estão as grandes questões que devem ser enfrentadas e que quanto mais você tapar com a peneira, mas terão efeito no futuro. Pode ver a quantidade de tópicos que surgem por aqui de pessoas perguntando se devem correr atrás de uma ex que agora está sozinha.
Avatar pua
usery

PUA Avançado

#1078663 Tava com uma dúvida um pouco parecida parecida esdes dias aí pensei: "será que a gente não vira um homem de valor através do valor que damos as pessoas que temos?!"

Quase todos meus amigos moram em cidades diferentes, nos vemos raramente já tem alguns anos, eu também moro longe. Tive mais contato com os que eu sempre estava junto e outros, as situações que nos encontramos se tornaram muito raras hoje em dia.
Ah, a maioria dos que eu tenho mais contato namora, então, até as saídas como antes não é a mesma coisa, agora é mais casual, lanchonete, passeios de leve e tal, eu acho normal.

Eu sei, é difícil mas sei lá, é uma situação parecida com a sindrome dos vinte, já leu sobre? Recomendo dar uma olhada.

No mais, sucesso e boa sorte aí!
kbza - MEMBRO EXCLUSIVO
#1078953 Vi o tópico e achei interessante. Parece que é uma tendência natural que "amigos" se afastem, já que cada um está protagonizando a própria vida, enquanto nosso interesse pessoal é de os colocar como acompanhantes nossos. Queremos transformar nossos amigos em fiéis escudeiros do protagonista (no caso, nós mesmo), alguém que está sempre lá para ajudar, muitas vezes esquecendo que eles a própria vida para cuidar. Não nos interessa se as contas dele não fecham no final do mês, só queremos é uma companhia para tomar uma cerveja e rir com a gente.

A verdade é que quando somos jovens, somos mais solitários e descompromissados, logo fica fácil termos todos os mesmos interesses em diversão (que, na verdade, é mais uma distração das dores da vida) e na busca de sucesso com o sexo oposto. Essas amizades facilmente definharão, pelo motivo óbvio: com a maturidade (e com os relacionamentos amorosos) acaba-se o interesse recíproco que originava essa amizade da juventude.

A amizade, em si, se sustenta em objetivos parecidos e em colaboração mútua. No momento em que seu amigo já tem uma companheira que lhe supre a carência, e vocês não têm mais nenhum interesse em comum além daqueles mais básicos da juventude (diversão e companhia para a solidão), realmente você será esquecido. A namorada/esposa já está fazendo o seu antigo trabalho... E provavelmente está fazendo um trabalho melhor.

Um maior número de amigos desse tipo não irá colaborar em nada para diminuir sua escassez futura. O que mantém os laços unidos são os interesses mútuos. Se você se liga apenas pelo superficial, não pode reclamar de ser largado quando algo mais profundo aparece.

O lance é investir em amigos que valem a pena, e em coisas que realmente façam diferença no mundo. Festas, churrasco e cervejadas vão só atrair aproveitadores... Gente que não procura nada profundo em ti, e que não vai estar lá pra te levantar quando você precisar.

Não é nada fácil achar alguém que fuja desse padrão de interesse egoísta. Eu mesmo, posso dizer que atualmente tenho apenas três amigos de verdade, com quem eu posso mesmo contar.

O mundo é assim. Só gente inocente acha que as outras pessoas lhe procuram sem interesse...

Abraço