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Criador do tópico

Seu Cafajeste - MEMBRO EXCLUSIVO
#886140
ATENÇÃO!

Tópico extremamente perigoso para quem está começando agora.


E aí cafas? Como estão o harém de vocês?

Ultimamente eu tava re-organizando alguns conceitos já definidos e vim compartilhar para construir um debate. Antes de começar, vamos fazer de conta que amar e se apaixonar sejam sinônimos.

Boa parte dos puas estão aqui porque eram apaixonados por alguma HB. No fórum tem muito material sobre como desapegar e começar a ser cafajeste, mas não é isso que me intriga.

Hoje, você sabe como não cair em paixonite. Mas uma coisa é fato, amar é bom. Acredito que a maioria tenha raiva desse sentimento. (estou falando do amor entre um casal, namoro..)

Recentemente desliguei o ódio que sentia pelo amor, só de teste. Passou-se alguns meses e uma paixonite surgiu, estava aguardando ansiosamente por esse dia, só para testar o sentimento que tanto temia.

Eu apreciava o momento. O beijo foi melhor, tudo foi melhor, aquele sentimento me envolvendo foi incrível! Mas fiquem tranquilos, continuo cafajeste, nada de monogamia.

O que estou querendo abordar aqui, é:

Pq me privar de amar, se é um sentimento formidável, e eu tenho conhecimento e prática necessária para não me fuder? Eu só aprecio naquele momento, sem nem pensar em ter um relacionamento sério.

Qual a opinião de vocês? Ou simplesmente não gostam mesmo do sentimento e acabou?

Por outro lado, pode ser um fraquejo para brevemente querer namorar, mas sinceramente? eu DUVIDO muito :mau

Deixei aquele recado lá em cima, pq amar sem querer um namoro exige um enorme equilíbrio e para um novato isso daria merda.

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Tom Cruise - MEMBRO EXCLUSIVO
#886144 No filme: "segundas intenções" tem uma frase que diz: "no jogo da sedução, só existe uma regra: nunca se apaixonar". Sempre que quebrei essa regra perdi o jogo! Fica ai a minha experiência!
beginner - DOADOR

PUA EXPERT

#886158 Eu acho que cabe diferenciar amor de paixão. Algumas ficantes eu tenho um carinho enorme. Mesmo que passe um tempo grande sem vê-las, quando as vejo é muito intenso. E não é só sexo, eu realmente curto estar com elas, trocar idéias, passar tempo junto. Uma delas mora em outro país e já me despedi dela chorando duas vezes. Cada momento com estas é muito preciso, e cuido para que seja o mais especial possível.

Agora paixão... É outra coisa. É quando aquela pessoa vira o centro do seu universo, a solução de todos os seus problemas. Você adquire a idéia de que não consegue viver sem aquela pessoa. Que ela te pertence, e tem que te satisfazer emocionalmente. Segundo os filmes, livros e novela, isso é muito lindo. Só que claro, no mundo real, não funciona assim. No mundo real, mulheres são instáveis. São seres humanos, e como tal, não pertencem a ninguém, somente a si mesmas. Não podem preencher seus vazios emocionais. E principalmente, sabem muito bem jogar com sua dependência.

Não penso que devemos ter raiva da paixão, porque a aversão é simplesmente outra face do apego, como nos ensina a sabedoria oriental. Devemos sim, aprender a reconhecê-la em seus estágios iniciais, e saber jogar luz sobre ela. Olhar pra ela e ver sua incoerência. Saber apreciar sinceramente cada conexão intensa que a vida te presenteie, sem no entanto precisar transformar em "para sempre". Viver aquele momento, sem pensar em amanhã ou mais tarde, sem fazer planos para o futuro. Sabendo que aquela mulher que está ali compartilhando aquele momento contigo amanhã pode não estar mais, e ao mesmo tempo conscientizar-se de que isso não importa. O que importa é estar ali, não perder um segundo daquela experiência. O amanhã trará muito mais, se você permitir.

Então não é necessário se privar de amar. Porém deve-se aprender a amar com desapego e sabedoria. O que é bastante difícil para um cara que está começando, como você colocou.
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Felipe - H

Veterano - nível 9

#886175 O que adianta você ir numa doceria e engolir um brigadeiro todo de vez?
Se o gostoso mesmo é mastigar e sentir cada sensação que palpita de sabor na sua boca...

É assim que vejo o amor, transcende não só o físico mas também te completa e faz bem contudo. Em uma conversa, na cama, num carinho, o simples toque, uma troca de sorrisos...

Se não aproveitar as sensações do momento, se não for pra lutar por elas, então creio que não vale a pena.

Acho que tudo que fazemos é por Amor se pensar bem, seja amor próprio, amor para alimentar o próprio EGO, o físico, a carência, seja pelas pessoas que admiramos ou não gostamos. Se aquilos que exercemos não for feito com paixão, não vale apena.

Quando se fala em AMOR, só se imagina o casal feliz e tal... pff... é algo mais, é aquilo que faz você querer seguir em frente.

Esta é minha concepção de 'amor'
É muito relativo também...

Abraços ! :ae
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Mac Clark

Aprendiz

#886191 Por mais que queiramos ser um PUA CAFA, é praticamente impossível fugir dos efeitos da paixão. Um cara com uma boa saúde mental (não psicótico, neurótico, depressivo e outras patologias mentais) irão se apaixonar, isso é biológico, isso é ser humano. Já amor é possível ser evitado caso queira. Lembrando que todo comportamento só se mantem por reforço, e esse reforço pode vir de você mesmo, ou seja, você não para de pensar na amada, fica imaginando o que farão no final de semana juntos e outras coisas que envolvem uma relação.
Resumindo:
PAIXÃO: Estimulo respondente (reflexo), seu corpo reage a uma fêmea compatível.
AMOR: Condicionamento operante (você aumenta a probabilidade do estimulo aumentando e "nutrindo" a cada dia)
pedro.witor

Veterano - nível 6

#886194 Cara, pensa numa coisa pra eu sofrer é isso. Pqp!
Sempre tive muita facilidade pra me apaixonar e sempre ficava planejando futuro e fazia tudo errado.
Estou namorando a alguns meses e existem momentos que eu fico muito apaixonado e começo a demosgtrar sinais de carência e tal Sempre tento me reprimir nisso.
Sinceramente, pra mim, é uma batalha constante com quem eu realmente so´, pois sou um cara que quer sempre agradar e viadagens do tipo.
Porém, realmente sei, que no momento que estiver mais apaixonado que elea perderei o jogo e isso não quero que aconteça.
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Criador do tópico

Seu Cafajeste - MEMBRO EXCLUSIVO
#886299
Tom Cruise escreveu:No filme: "segundas intenções" tem uma frase que diz: "no jogo da sedução, só existe uma regra: nunca se apaixonar". Sempre que quebrei essa regra perdi o jogo! Fica ai a minha experiência!

É exatamente essa a crença que penso em quebrar, penso como um novo "nível" a ser alcançado, conseguir manter o jogo mesmo estando com paixonite. E tive bons resultados, pelo menos por enquanto.

beginner escreveu:Eu acho que cabe diferenciar amor de paixão. Algumas ficantes eu tenho um carinho enorme. Mesmo que passe um tempo grande sem vê-las, quando as vejo é muito intenso. E não é só sexo, eu realmente curto estar com elas, trocar idéias, passar tempo junto. Uma delas mora em outro país e já me despedi dela chorando duas vezes. Cada momento com estas é muito preciso, e cuido para que seja o mais especial possível.

Agora paixão... É outra coisa. É quando aquela pessoa vira o centro do seu universo, a solução de todos os seus problemas. Você adquire a idéia de que não consegue viver sem aquela pessoa. Que ela te pertence, e tem que te satisfazer emocionalmente. Segundo os filmes, livros e novela, isso é muito lindo. Só que claro, no mundo real, não funciona assim. No mundo real, mulheres são instáveis. São seres humanos, e como tal, não pertencem a ninguém, somente a si mesmas. Não podem preencher seus vazios emocionais. E principalmente, sabem muito bem jogar com sua dependência.

Não penso que devemos ter raiva da paixão, porque a aversão é simplesmente outra face do apego, como nos ensina a sabedoria oriental. Devemos sim, aprender a reconhecê-la em seus estágios iniciais, e saber jogar luz sobre ela. Olhar pra ela e ver sua incoerência. Saber apreciar sinceramente cada conexão intensa que a vida te presenteie, sem no entanto precisar transformar em "para sempre". Viver aquele momento, sem pensar em amanhã ou mais tarde, sem fazer planos para o futuro. Sabendo que aquela mulher que está ali compartilhando aquele momento contigo amanhã pode não estar mais, e ao mesmo tempo conscientizar-se de que isso não importa. O que importa é estar ali, não perder um segundo daquela experiência. O amanhã trará muito mais, se você permitir.

Então não é necessário se privar de amar. Porém deve-se aprender a amar com desapego e sabedoria. O que é bastante difícil para um cara que está começando, como você colocou.

"Não penso que devemos ter raiva da paixão, porque a aversão é simplesmente outra face do apego" BEM LEMBRADO! Embora eu não tenha caído nessa armadilha.

É exatamente isso que estou falando, antes eu não sentia paixão (no inicio sim, mas aí eu me afastava da hb), achava perigoso, e tudo que sentia era tesão, mas a mistura é muito boa.

Felipe - H escreveu:O que adianta você ir numa doceria e engolir um brigadeiro todo de vez?
Se o gostoso mesmo é mastigar e sentir cada sensação que palpita de sabor na sua boca...

É assim que vejo o amor, transcende não só o físico mas também te completa e faz bem contudo. Em uma conversa, na cama, num carinho, o simples toque, uma troca de sorrisos...

Se não aproveitar as sensações do momento, se não for pra lutar por elas, então creio que não vale a pena.

Acho que tudo que fazemos é por Amor se pensar bem, seja amor próprio, amor para alimentar o próprio EGO, o físico, a carência, seja pelas pessoas que admiramos ou não gostamos. Se aquilos que exercemos não for feito com paixão, não vale apena.

Quando se fala em AMOR, só se imagina o casal feliz e tal... pff... é algo mais, é aquilo que faz você querer seguir em frente.

Esta é minha concepção de 'amor'
É muito relativo também...

Abraços ! :ae

"O que adianta você ir numa doceria e engolir um brigadeiro todo de vez?
Se o gostoso mesmo é mastigar e sentir cada sensação que palpita de sabor na sua boca..."

Ótima frase em cafa?

Mac Clark escreveu:Por mais que queiramos ser um PUA CAFA, é praticamente impossível fugir dos efeitos da paixão. Um cara com uma boa saúde mental (não psicótico, neurótico, depressivo e outras patologias mentais) irão se apaixonar, isso é biológico, isso é ser humano. Já amor é possível ser evitado caso queira. Lembrando que todo comportamento só se mantem por reforço, e esse reforço pode vir de você mesmo, ou seja, você não para de pensar na amada, fica imaginando o que farão no final de semana juntos e outras coisas que envolvem uma relação.
Resumindo:
PAIXÃO: Estimulo respondente (reflexo), seu corpo reage a uma fêmea compatível.
AMOR: Condicionamento operante (você aumenta a probabilidade do estimulo aumentando e "nutrindo" a cada dia)

É impossível pq as pessoas acham que é.

pedro.witor escreveu:Cara, pensa numa coisa pra eu sofrer é isso. Pqp!
Sempre tive muita facilidade pra me apaixonar e sempre ficava planejando futuro e fazia tudo errado.
Estou namorando a alguns meses e existem momentos que eu fico muito apaixonado e começo a demosgtrar sinais de carência e tal Sempre tento me reprimir nisso.
Sinceramente, pra mim, é uma batalha constante com quem eu realmente so´, pois sou um cara que quer sempre agradar e viadagens do tipo.
Porém, realmente sei, que no momento que estiver mais apaixonado que elea perderei o jogo e isso não quero que aconteça.

"sempre ficava planejando futuro"

Pua, aqui na comunidade há muitos artigos sobre isso, depois você pesquisa pq eu só vou comentar desse exemplo.

Algumas pessoas se apaixonam depois do encontro. Ao chegar em casa, ficam relembrando momentos ou imaginando cenas. (Esse assunto rende, pesquise sobre, é melhor)

"e começo a demosgtrar sinais de carência"

Isso ocorre principalmente com as mulheres, é quando o sentimento passa por cima da racionalidade, você começa a obedecer seu sentimento e acaba deixando de jogar como deve. É só se policiar.

"no momento que estiver mais apaixonado que elea perderei o jogo e isso não quero que aconteça."

Você não perde o jogo quando estiver mais apaixonado que ela, perde quando deixa de jogar. Você pode se apaixonar mais e ainda sim, continuar jogando bem, só é mais difícil, impossível não.
beginner - DOADOR

PUA EXPERT

#886346 Debate interessante!

Mac Clark escreveu:Por mais que queiramos ser um PUA CAFA, é praticamente impossível fugir dos efeitos da paixão. Um cara com uma boa saúde mental (não psicótico, neurótico, depressivo e outras patologias mentais) irão se apaixonar, isso é biológico, isso é ser humano. Já amor é possível ser evitado caso queira. Lembrando que todo comportamento só se mantem por reforço, e esse reforço pode vir de você mesmo, ou seja, você não para de pensar na amada, fica imaginando o que farão no final de semana juntos e outras coisas que envolvem uma relação.
Resumindo:
PAIXÃO: Estimulo respondente (reflexo), seu corpo reage a uma fêmea compatível.
AMOR: Condicionamento operante (você aumenta a probabilidade do estimulo aumentando e "nutrindo" a cada dia)

Tio Naipe escreveu:É impossível pq as pessoas acham que é.


Acho que estão sendo confundidos os conceitos aqui. O que é comum, as pessoas (e novelas, filmes, etc) confundem muito amor com paixão. Paixão é um sentimento irracional. É isso que você falou, de ficar ali fantasiando, imaginando um futuro, ou remoendo o passado. Para o apaixonado, a mulher deixa de ser quem ela é para se tornar o ser lindo e perfeito que encaixa com seus sonhos. Deixa de ser um ser humano livre para ser "sua", com todas as consequências que isso traz. O apaixonado renega o presente porque está esperando o momento perfeito que vai ter no futuro com sua amada (exemplo clássico é a galera que tem relacionamentos a distância). A paixão pode rapidamente virar ódio, se não for correspondida.

O amor é querer bem. Você sente um carinho e identificação grande com aquela pessoa. Acima de tudo você quer vê-la feliz. O apaixonado quer ver o outro feliz, desde que seja com ele. Alias muitas vezes nem se importa se o outro está feliz ou não, quer mesmo é que esteja com ele. É capaz de inflingir sofrimento ao outro, se ele não for o "provedor" de felicidade. E aqui falo desde pequenas sacanagens até crimes passionais. Afinal o fato do outro ter feito a opção por outra pessoa o deixa infeliz. Observem que a "linda" paixão na verdade é um sentimento bem egoísta.

Tem mais. O apaixonado não pode ser feliz por si próprio. Ele "precisa" do outro. Analisando friamente, a paixão é uma doença, uma versão corrompida e egoísta do amor.

Então, por que é difícil amar sem cair neste sentimento perverso? Eu penso que é uma questão cultural. Desde pequenos somos ensinados que as coisas devem ser assim. Desde pequenos somos ensinados a "ter" e não "ser", e isso se aplica não somente a posses materiais mas aos relacionamentos também. Somos ensinados que devemos "ter" uma pessoa que vai ser "minha" esposa (por exemplo). Isso talvez fizesse sentido no passado, quando sexo sempre carregava o risco de gravidez, e alguém tinha que ser responsável por aquilo. Surgiu a camisinha e a pílula, mas a tecnologia evolui muito mais rapido que a cultura.

Para poder amar e ao mesmo tempo ser livre, paradoxalmente você precisa dar aquela liberdade ao outro e a si mesmo. A si mesmo, de se permitir ir fundo no que sente, mas só naquele momento. Bloquear e rejeitar memórias e fantasias para o futuro. Dar liberdade ao outro, para permitir que venha e vá conforme sinta que deve.

"Amo a liberdade, por isso deixo as coisas que amo livres. Se elas voltarem é porque as conquistei. Se não voltarem é porque nunca as possuí." John Lennon.

Junto com isso, vem uma enorme apreciação pelo momento presente. Você sabe que ele nunca mais vai se repetir. Sabe que aquela pode ser a última vez que você vê aquela mulher, o que vocês compartilham aquele sentimento de maneira tão intensa. Mas ao invés de sofrer com o futuro incerto, ignorar o presente e encontrar maneiras de acorrentar aquela pessoa como o "apaixonado" faria, você tentar estar o mais presente possível naquele momento. Porque o momento presente é tudo que existe.

Como o Tio Naipe falou, esse é o próximo nível, pelo menos pra mim. Sim, ao mesmo tempo você pode ir melhorando outras coisas, mas isso é o que vai impedir que tudo não se torne vazio e sem sentido.
kingow

Veterano - nível 9

#941231 Sinceramente, o jogo do amor não é nada legal. De um lado, se eu ganho estou feliz, do outro, se eu perco to na merda, e pra sair da merda é meses e anos de espera até se sentir bem novamente, aí o burro vai lá e dá a chance de se apaixonar de novo e se fode novamente.

Eu penso o seguinte, amar é bom, nossa, é incrível. Mas é uma faca de dois gumes, digamos que você namore e se apaixone por aquela menina maravilhosa durante 4 meses, nesse tempo serão momentos maravilhosos, felizes. Mas, como tudo na vida, chegará o inevitável, o término, o fim, e quando chegar esse dia, meus amigos, converta aquela felicidade toda que você teve durante estes 4 meses em um número equivalente e multiplique este número por 100, e imagine esse sofrimento não só por um dia, mas dependendo do caso, 1 semana, 2 semanas, 1 mês, 1 ano... nós, felizmente temos o PU do nosso lado, temos técnicas e formas de amenizar esse sofrimento, temos a comunidade pra nos apoiar, mas, quantos já não sofreram por amor (ou paixão(o que confunde muito, mas não deixa de fazer alguém sofrer))?, quantos já não morreram por isso?, é isso o que o amor é, felicidade = sofrimento, vai depender da pessoa saber lidar com as consequências do mesmo.

O jogo do amor pode ser lindo e maravilhoso, mas também pode ser perigoso e fatal. Muitos subestimam este sentimento por ele ser lindo, mas é sempre bom ficar esperto, eu vou citar exemplos, o fundador do método INDIRECT, Mystery, ele não só é o fundador do método INDIRECT, como é o cara que difundiu esta comunidade, na época pode ter tido conceitos parecidos, mas ele basicamente foi o fundador do que é hoje conhecido como PickUp, ou seja, mesmo com todo esse conhecimento, toda a prática, ele teve várias depressão, quem leu o The Game de Neil Strauss acompanhou os momentos de sofrimento do grande Mystery, mesmo ele sabendo que amar era perigoso e achando que ia se sair por cima, sempre se deu mal. E também, vou contar algo que me aconteceu recentemente:

Primeiro, eu conheci o PU após uma paixonite, isso foi no começo do ano passado, eu não tinha nenhum conhecimento prévio então me apaixonei pela HB pouco a pouco (não foi amor a primeira vista, na verdade, a primeira impressão que tive dela foi péssima, mas isso mudou com o tempo) e quando achei que daríamos certo era apenas enrolação por parte dela, aí comecei a procurar por materiais de sedução na NET pra seduzir ela, foi aí que achei o PU e comecei a jogar com ela, no entanto, eu precisava de um tempo pra tirar aquela imagem de BETA da cabeça dela, então me afastei por um longo tempo, depois a procurei e voltamos a conversar (aqui eu já tava não mais alpha, mas menos BETA) e rolou aquele velho clima mas por falta de iniciativa minha (em oficializar um namoro, até porque nessa época eu tava ficando com outra HB e não sou de trair, então enrolei até de mais), mas desta vez por conta de enrolação minha não deu certo e me afastei de vez dela e depoiis ela quem me procurou com a proposta de namorarmos, aceitei, fui falar com a mãe dela e tal e namoramos durante 4 meses, e nesses 4 meses eu já estava mais experiente no mundo da sedução, e sabia que não podia me apegar, então evitada pensar nela, associar a imagem ou voz dela a alguma música (isso é importante) e demonstrar tanto amor, mas mesmo assim terminamos da pior forma, e isso me deixou arrasado, quase que com depressão, de alguma forma o meu subconsciente fodeu com tudo, afinal, a minha consciência sabia o que estava fazendo, mas o burro do subconsciente que não pode racionalizar ferrou tudo. Aquilo se transformou em paixão, amor, eu não sei. Mas seja lá o que for, essa convivência ferrou comigo.

Desde então, venho pensando que amor é a coisa mais perigosa que existe, isso quase me matou (quase tive depressão, até suicídio passou pela minha cabeça), quando a gente se permite ter bons momentos com alguém apesar de saber que não deve se apaixonar e se apegar àquela pessoa, isso é apenas o seu consciênte, jamais esqueça do subconsciente, você pode ser pêgo de surpresa.

Eu conheci algumas formas ortodoxas de se livrar desse sentimento, em 2 semanas de sofrimento consegui achar uma solução para acabar com esse sofrimento, mas agora depois de estar "desintoxicado", não vejo necessidade e nem porquê me apaixonar, prefiro manter distância disto e me divertir, curtir, mais lucroso.

Essa, é minha opinião.