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Riker.T
#738310 Prezados amigos,

Neste fim de semana, encontrei com minha turma, todos os 15, meus AMIGOS há mais de 30 anos, Estávamos no aniversário do caçulinha de 40 anos, o último a entrar nos ENTA. (QuarENTA...cinquENTA... sessENTA.. “kkkkkk”. O tempo passa, o tempo voa, mas a minha TURMA continua numa boa)

Conversamos sobre vários temas, relembrando muitas historias, acabamos falando de um tema muito discutido aqui no PUABASE, a famosa ZONA DE CONFORTO.

Off topic:
O conceito psicológico e algumas referências sobre os temas tratados neste artigo encontram-se no final do mesmo, links e definições.

O interessante é que alguns não conheciam o termo, quem definiu fui eu, para variar, quando estavam falando dos “filhos folgados e acomodados” que a maioria tem.

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Chegamos a triste conclusão que a culpa é nossa, os pais da geração X, que desejam poupar os filhos das atribulações pelas quais passamos, dando todo o CONFORTO e SEGURANÇA possíveis.

Quero descrever um pouco de como era nossa vida na juventude, nos anos 80 e 90 :

- Saímos da casa de nossos pais entre os 17 e 20 anos, para morarmos em republicas em Belo Horizonte, para estudarmos e trabalharmos, pois o transporte era precário, morávamos na zona metropolitana;

- Os que não trabalhavam, recebiam uma mesada semanal p/ comprar comida e lanche, tínhamos que economizar p/ ter grana no fim de semana, os que trabalhavam como estagiários, ganhavam de ½ a 1 salário mínimo, sem mesada, tínhamos que nos virar com isso;

- Moramos em uma casa grande, alugada como republica que só tinha 2 banheiro (1 externo), para 12 caras, os quartos eram divididos por 2 ou 3 pessoas, não conhecíamos o que era conforto e privacidade e dividíamos o aluguel e despesas básicas em partes iguais; (quase saia porrada se demora-se mais de 5 minutos no chuveiro pela manha)

- Trabalhávamos de dia e estudávamos a noite, sem muito tempo p/ farrear, porque tomar “bomba” ou perder o ano, significava um prejuízo para nossos pais e a grande possibilidade de não voltar no ano seguinte;(CEFET, Polimig, Ultramig,etc)

- O “BIG BOSS” da republica, hoje com 58 anos, era o único que tinha um bom salário e uma TV, foi o nosso “salva vidas” por muitos anos, sempre tinha um pacote de biscoito p/ matar a fome de algum “quebrado e faminto” que não conseguia dormir e ficava perambulando pela casa. Até hoje o chamamos de “BIG BOSS” e ele ainda nos dá alguns conselhos, “cola o saco” e nos trata como “irmãos mais novos”;

- Ninguém tinha computador, o mais próximo disso eram as calculadoras HP 11 e 48CV, que eu e um amigo tínhamos e que às vezes emprestávamos para o pessoal fazer prova, compartilhávamos quase tudo, livros, cadernos, apostilas, inclusive conhecimento, quem tinha facilidade em alguma matéria ensinava os demais, foram anos de muito aprendizado, convivência e historias;

Onde quero chegar com isso, ZONA DE CONFORTO se define como tudo aquilo que estamos acostumados a fazer, pensar ou sentir. É algo habitual, algo que se repete no dia a dia, é tudo aquilo que sabemos que vamos fazer de novo amanha e depois e depois, é o perímetro onde nos sentimos confortáveis, pois tudo é previsível e seguro. ( meu conceito simplificado, veja o psicológico no final do artigo)

Pois bem, se você não sabe o dia de amanha; se sua sobrevivência não esta assegurada; se não tem certeza de que poderá comer; se terá dinheiro para lanchar antes de dormir; se o dia de amanha lhe deixa inseguro, você não poderá estar em uma ZONA DE CONFORTO, mas sim em uma ZONA DESCONHECIDA, isso lhe obriga a seguir em frente, aprender e superar o desconhecido para sobreviver, esta é uma grande motivação .

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Vou citar uma teoria muito interessante, que aprendi na faculdade de administração:

A teoria de Maslow é conhecida como uma das mais importantes teorias de motivação. Para ele, as necessidades dos seres humanos obedecem a uma hierarquia, ou seja, uma escala de valores a serem transpostos. Isto significa que no momento em que o indivíduo realiza uma necessidade, surge outra em seu lugar, exigindo sempre que as pessoas busquem meios para satisfazê-la. Poucas ou nenhuma pessoa procurará reconhecimento pessoal e status se suas necessidades básicas estiverem insatisfeitas.

Maslow cita o comportamento motivacional, que é explicado pelas necessidades humanas. Entende-se que a motivação é o resultado dos estímulos que agem com força sobre os indivíduos, levando-os a ação. Para que haja ação ou reação é preciso que um estímulo seja implementado, seja decorrente de coisa externa ou proveniente do próprio organismo. Esta teoria nos dá idéia de um ciclo, o Ciclo Motivacional.

Quando o ciclo motivacional não se realiza, sobrevém a frustração do indivíduo que poderá assumir várias atitudes:

a. Comportamento ilógico ou sem normalidade;
b. Agressividade por não poder dar vazão à insatisfação contida;
c. Nervosismo, insônia, distúrbios circulatórios/digestivos;
d. Falta de interesse pelas tarefas ou objetivos;
e. Passividade, moral baixo, má vontade, pessimismo, resistência às modificações, insegurança, não colaboração, etc.

Quando a necessidade não é satisfeita e não sobrevindo as situações anteriormente mencionadas, não significa que o indivíduo permanecerá eternamente frustrado. De alguma maneira a necessidade será transferida ou compensada. Daí percebe-se que a motivação é um estado cíclico e constante na vida pessoal.
Fonte: Portal do Marketing


Vamos entender as necessidades humanas de forma gráfica:

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Agora vou mostrar como meus “óculos de grau da vida” enxergou a nossa conversa e a transpôs para cá, de forma a contribuir com alguns jovens que ainda não entendem muito bem o que é a zona de conforto e toda a frustração que ela pode gerar, vamos lá.

Meus amigos é eu, lutamos juntos na base da pirâmide, ou seja, nossas necessidades BÁSICAS tinham que ser satisfeitas por nós, com uma pequena ajuda dos nossos pais, no começo, tínhamos o básico para sobreviver e precisávamos alcançar o segundo e terceiro nível, a SEGURANÇA e o SOCIAL, com as nossas próprias pernas, tivemos que suportando as frustrações e desconforto, além de conviver com outros indivíduos com criação, cultura e religião diferente da nossa.

Pois bem, o que isso fez com a gente?

Quando conseguimos satisfazer estas necessidades, fomos empurrados para o próximo nível, adquirimos AUTO-ESTIMA, pois fomos capazes de superar, adaptar e vencer, assim, sabíamos de nossas capacidades, pois elas foram colocadas a prova, é finalmente, chegamos ao ultimo nivel, AUTO-REALIZAÇÃO, ou seja, conquistamos o TOPO.

Foi ai que a ZONA DE CONFORTO passou existir, pois, alguns se sentiram satisfeitos com o que conquistaram e pararam de buscar mais, ou seja, acomodaram-se e estão curtindo o seu sucesso, deixaram de desejar o que esta ALEM DO TOPO.

Não preciso dizer que todos tem casa própria, carro, bons salários, bons empregos.O “caçulinha” estava inaugurado sua área de lazer com piscina, churrasqueira, quiosque, em uma casa de mais de 350 m2. Não é um bom presente de aniversário.

Uma frase para vocês pensarem:

"As pessoas sempre justificam os fatos a partir das circunstâncias. As pessoas que se orientam bem neste mundo são as que vão em busca das circunstâncias que querem e se as não encontram, criam-nas"

George Bernard Shaw


A triste conclusão a que chegamos lá no inicio deste artigo, tem a ver com a atitude dos meus amigos (pais), a época em que vivemos, a auto realização dos pais e o medo, isto afeta diretamente as três primeiras plataformas da pirâmide:

- todas as necessidades BÁSICAS dos filhos são atendidas pelos pais, isto é fundamental para eles, como seres humanos, faz parte da sua plataforma de auto-realização,ou seja, este aprendizado que tiveram na juventude, seus filhos só vão ter quando eles deixarem a casa dos pais, quando forem trabalhar fora e tiverem que morar sozinhos ou se casarem, ou seja, ele vai aprender isso, bem mais tarde e talvez, tendo que sustentar as necessidades BÁSICAS de outra pessoa ou filho;

- Idem para as necessidades de SEGURANÇA, pois seus pais lhe provem toda a segurança de sobrevivência de que precisam;

- Por medo da violência, meus amigos (pais) superprotegem os filhos, de certa forma, incentivando o convívio VIRTUAL, através das redes sociais e tentando minimizar a interação social independente de supervisão e controle, gerando rebeldia e insegurança social, pela restrição cultural ou ambiental a que tem acesso, prejudicando o SOCIAL;

- Quanto ao famoso bullyng, os pais correm em defesa de seus filhos, cerceando em muitos casos a sua própria autodefesa e superação do problema, em vez de deixa-lo conquistar o respeito dos outros (na porrada se for preciso), os pais interferem tornando-o ainda mais “mariquinha” ante os olhos dos outros.

Sobre a geração de “mariquinhas”, veja o artigo do BIG DOG, Como Clint Eastwood diz: Nossa Geração esta meio Mariquinha .

Muito bem, cheguei ao fim da minha explanação sobre o tema, mas deixei a pergunta que não quer calar para o final:

“Porra” Riker.T, tenho só 17 anos, como saio desta “merda” de ZONA DE CONFORTO?

Vou dar algumas DICAS, não quer dizer que são infalíveis ou que vão funcionar p/ você, aprenda a adaptar e utilizar o que lhe for útil:

Para começar, que tal te um pouco de ATITUDE e buscar um pouco mais de DIALOGO e INDEPENDENCIA do seus pais, sem entrar em conflito com eles é claro. Para tal, comece a conversar com eles, de inicio, mostrando sua maturidade e conhecimento, sem forçar a barra para a sua perspectiva, não seja unilateral e intransigente, a base de tudo é: FAÇA POR MERECER, o que você deseja ter.

Segundo, isso é muito importante, SAIA DA FRENTE DO COMPUTADOR, e vá explorar o mundo, comece por perto e depois faça voos maiores, vou até ilustrar como alguns aqui estão vivendo:

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Conheça pessoas reais, não apenas HB´s, conheça homens com culturas, crenças e ideais diferente, aprenda a interagir com as pessoas e entender seus pontos de vistas, sua visão do mundo, isso só tem a acrescentar a sua vida, pois ver como os “olhos dos outros” pode mudar suas opinião sobre o assunto ou tema, lembre-se, a mesma historia sempre tem duas versões.

Terceiro, retire-se do ambiente que não lhe faz bem, se for a escola ou faculdade isso é um pouco mais difícil, mas tente encontrar o grupo de semelhantes a você, renove suas amizades, pratique esporte de grupo. Faça prova em uma faculdade de outro estado ou cidade, saia do "colo da mamãe", vá morar sozinho ou em uma republica, posso lhe assegurar que algumas vezes, você estará ou se sentirá sozinho, isso não é tão mal quanto parece, depois de um tempo, encontrará outros iguais a você e não se sentirá só.

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Quero que saiba o seguinte:

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Para finalizar, as sabias palavras de Carl Jung:

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Então, espero que vocês tenham aprendido um pouco mais sobre isso, e tenham tomado a mesma decisão que eu:

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Grande abraço a todos, sucesso, na vida e no jogo.

Off topic:
Wikpedia - Zona de conforto - conceito
Na psicologia, a zona de conforto é uma série de ações, pensamentos e/ou comportamentos que uma pessoa está acostumada a ter e que não causam nenhum tipo de medo, ansiedade ou risco. Nessa condição a pessoa realiza um determinado número de comportamentos que lhe dá um desempenho constante, porém limitado e com uma sensação de segurança. Segundo essa teoria, porém, um indivíduo necessita saber operar fora de sua zona de conforto para realizar avanços em seu desempenho - por exemplo no trabalho - eventualmente chegando a uma segunda zona de conforto.


Sugiro a vocês a leitura dos seguintes artigo :

http://www.escolapsicologia.com/saia-da ... -sua-vida/
http://www.escolapsicologia.com/entenda ... desejados/
http://www.altoren.com/pt/zona_comodidad.htm
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Jack80
#738317 Caramba! Ótimo artigo. Essas dicas com os meus pais vão-me ajudar imenso, pois isso sempre me limitou, assim como o computador e as interações sociais.

As imagens foram muito bem escolhidas. :)

Espero por mais tópicos deste género.
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DavidGilmour
#738320 Riker.T, meu querido. Não sei nem o que falar.

Primeiramente, ótimo artigo como sempre. Acho de grande valor que existam pessoas com sua experiência e a sua didática aqui dentro. Desanimei muito de andar por aqui lendo a maioria dos tópicos novos. É bom entrar e dar uma "refrescada" com tal análise.

A tal Zona de Conforto é realmente um mal, e não apenas nos relacionamentos, mas num desenvolvimento pessoal como um todo. Hoje tive uma conversa sobre esse tema, digamos, com um amigo meu. Um dos meus melhores amigos, amizade de 10 anos. Tem 3 dias que ele não sai de casa, pois está jogando um novo jogo. Não me entendam mal, eu adoro videogames, acho fantástica as oportunidades de diversão e de conhecimento que eles agregam. Mas 3 dias dentro de casa? Sério? E então, pergunto o motivo.

"Não tem nada de interessante lá fora."

Fico realmente triste, mas não posso fazer nada, já mostrei mil portas, mas ele fechou cada uma delas.

No momento, comecei na faculdade, e estou buscando morar em uma república, o que pra mim é complicado, visto que eu moro "perto" da faculdade. Porém, pra chegar lá as 8:00 e pegar a primeira aula, tenho de acordar as 5:00, indo dormir as 00:00, ou seja, meu rendimento cai e muito. Admito que ainda não tomei essa decisão pela própria Zona de Conforto que me diz que 1 ou 2 horas de sono não valem o sacrifício da minha casa, do meu quarto e da minha privacidade. E é claro, trabalhar se torna complicado, visto que meu horário é integral e ainda faço cursos a noite, porém vale a tentativa, mesmo que seja por um semestre, sinto que é uma oportunidade e uma chance de crescer como pessoa.

No mais, obrigado novamente pelo texto.
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ModeONE
#738401 Muito bom artigo, meu caro.

Tem aqueles também que já chegaram em um patamar adulto. Mesmo não tendo chegado á ser maior de idade, ou até mesmo na adolescência. Assim como um pai/mãe cuida de um filho, são os filhos que tem que começar a cuidar das necessidades básicas dos pais além de fazer suas próprias.
Não lembro se foi você que postou, mas foi uma imagem que eu me lembro de um artigo aqui do PB, que me fez refletir sobre isto que escrevi, e era uma imagem transmitindo sobre as coisas/necessidades que as pessoas fazem na juventude, que acabam se refletindo/tendo as consequências na terceira idade.
Vou colocar um exemplo de uma que eu me lembro vagamente aqui, que era uma criança que tem como objetivo conseguir aprender a andar na infância, e quando chega na terceira idade ela encontra essa dificuldade de aprender a andar novamente.
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Shurns
#738426 Ótimo artigo!

Há um tempo eu estava em uma ultra zona de conforto! Não praticava exercício, não saia, não era útil em muita coisa. O sentimento é até estranho, era como se você tivesse vindo ao mundo pra fazer nada.
Meu pai desde os 18 anos percorre o Brasil trabalhando arduamente, e eu era só mais um filhinho de 17 anos que não saía de casa e tinha toda a mordomia do mundo!

Comecei a mudar ao entrar na academia e na empresa júnior do meu curso, o que tá me trazendo muitos desafios.

Chego cansado em casa, minha semana é assim: acordo às 06h, saio às 7h pra andar 15min pra chegar até a minha parada de ônibus; depois são mais 45min de ônibus até chegar à faculdade, que é integral. Ainda vou pro curso de inglês e meu dia termina só após a academia lá pelas 21hrs. Só dá tempo comer algo, ler uma besteirinha e ir dormir, afinal tenho que estar inteiro pro outro dia.

O melhor de tudo é você sentir que está fazendo algo útil, que não está gastando seu tempo, energia e dinheiro com besteiras e com pessoas que não acrescentarão muita coisa em sua vida.

Ler esse seu artigo agora só reforça o que venho tentando colocar em prática: cresça, enfrente desafios, se divirta no final de semana ou nem se divirta, redirecione você mesmo a algo que valha a pena.

Até mais!
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Riker.T
#738736 Prezado David,

DavidGilmour escreveu:Primeiramente, ótimo artigo como sempre. Acho de grande valor que existam pessoas com sua experiência e a sua didática aqui dentro. Desanimei muito de andar por aqui lendo a maioria dos tópicos novos. É bom entrar e dar uma "refrescada" com tal análise.


Obrigado, fico feliz que goste da minha didática, quero ser professor universitário em breve. Seu filtro de seleção esta bem calibrado, porque realmente existem muitos artigos ruins, mas ainda existem boas contribuições de alguns membros, então ainda vale a pena ler a visão de outros sobre um tema pre-existente, não desanime.

Quanto a seu amigo, lamento por ele, mas tenho uma norma pessoal, só tento ajudar quem quer ser ajudado, é do meu jeito, se ele quer fazer do jeito dele, que arrume outra pessoa p/ acompanha-lo.


Grande abraço e sucesso, na vida e no jogo.
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Riker.T
#738739
Shurns escreveu:O melhor de tudo é você sentir que está fazendo algo útil, que não está gastando seu tempo, energia e dinheiro com besteiras e com pessoas que não acrescentarão muita coisa em sua vida.

Ler esse seu artigo agora só reforça o que venho tentando colocar em prática: cresça, enfrente desafios, se divirta no final de semana ou nem se divirta, redirecione você mesmo a algo que valha a pena.


Obrigado Shurns

Todo mundo acaba entrando em uma zona de conforto em algum momento da vida, o importante e perceber isso e sair dela, como você descreveu acima, parabéns.

O que você esta fazendo, chamo de "caminhar 1 Km extra", porque a maioria só faz o que acha suficiente, o vencedor faz mais, porque sabe que o sucesso depende da dedicação e de possuir algo a mais, seja capacitação técnica, conhecimento ou aquele desejo supremo de ir ALEM DO TOPO.

Grande abraço, sucesso na vida e no jogo.
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Riker.T
#738747 Prezados,

Jack80, obrigado, fico feliz em contribuir p/ sua evolução com ser humano e PUA, tenho mais algumas ideias a compartilhar com vocês, em breve postarei mais artigos.

ModeONE, obrigado, usei a idade de 17 anos na minha pergunta para enfatizar que os jovens estão em uma zona de conforto induzida pelos pais da geração X, com o intuito de esclarecer aos mais velhos que ainda estão nesta mesma zona, que um dia ele tem que sair dela.

O que você argumenta é verdadeiro, tanto para mim, que cuido do meu pai de 84 anos, como para muitos que no futuro deveram passar por algo similar. Fui eu ques escrevi o artigo que você menciona, é o ALPHAS, homens de Decisões e Consequências, e há um tempo atras, motivado por um episodio com meu pai, escrevi o Quem vai cuidar de você.

Grande abraço e sucesso, na vida e no jogo.
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# T7 #
#738751 Aplausos, aplausos e mais aplausos!

Adorei o Artigo Riker.T realmente uma contribuição IMENSA ao fórum.

É sempre muito bom ouvir a voz das pessoas mais vividas, me senti como um filho recebendo conselhos de um pai. (Bem curioso pela circunstância onde cita que o BIG BOSS os encara como irmãos mais novos, que não deixa de ser uma figura de PAI)

Muito obrigado por contribuir! Esse artigo vale OURO!

Tudo o que disse vai muito de encontro a muitas coisas que penso, mas foi muito além do que eu poderia imaginar, me fez exatamente o que você quis, buscou passar em português claro: refletir ainda mais sobre esse assunto por uma visão privilegiada, da experiência que só vamos adquirindo com a vivência de fato.


Muito obrigado!
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[OMCM] M.E.L.O.C.R.O
#738762
NO PAIN NO AGAINClap Clap Clap...
Parabens que artigo lindo :ajoelhar

Minha energia é o desafio,
minha motivação é o impossível,
e é por isso que eu preciso
ser, à força e a esmo, inabalável.


Abraço MELOCRO